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Operação

Famintos: Após MPF denunciar servidores, Prefeitura de Campina Grande diz confiar nos membros da gestão e colaborar com investigação

Os gestores e empresários foram denunciados pelos crimes de corrupção ativa e passiva. Já os demais foram apontados pela prática de peculato, fraudes em licitações e organização criminosa.

"A Prefeitura de Campina Grande, maior interessada no esclarecimento dos fatos, continuará a colaborar com os órgãos de investigação, na certeza de que prevalecerá a Justiça em sua plenitude", disse em nota. (Foto: Reprodução)

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Após o Ministério Público Federal oferecer denúncia contra o secretário de Educação de Campina Grande, Rodolfo Gaudêncio, e outros servidores e ex-servidores do órgão, a Prefeitura de Campina Grande emitiu nota em que afirma que confia nos agentes públicos que integram a gestão. Disse também que vai continuar colaborando com a investigação, segundo nota enviada ao ClickPB, nesta quarta-feira (21).

"O Município respeita o trabalho das instituições no tocante a toda e qualquer investigação que apure eventuais irregularidades administrativas, em qualquer esfera e a qualquer tempo, tanto assim que vem contribuindo plenamente, de forma irrestrita, desde o início da operação, com as apurações pertinentes", declarou a Prefeitura de Campina Grande, em nota.

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Ministério Público Federal denuncia secretário de Educação e três ex-secretários de Campina Grande investigados na Operação Famintos

Além de Rodolfo Gaudêncio, foram denunciados o ex-secretário de Administração do município, Paulo Roberto Diniz; as ex-secretárias de Educação, Iolanda Barbosa e Verônica Bezerra; a ex-pregoeira oficial do município, Gabriella Coutinho; o ex-chefe de licitações da prefeitura, Helder Giuseppe; a ex-diretora administrativa da Educação, Maria do Socorro Menezes de Melo; além de outros 10 servidores da prefeitura e 5 empresários.

Rodolfo Gaudêncio, na época da deflagração da Operação Famintos, era assessor jurídico da Secretaria de Educação. Ele assumiu o cargo de secretário após Iolanda Barbosa, então secretária, ter sido presa na operação.

A denúncia aponta o ex-secretário, Paulo Roberto Diniz, como sendo o chefe do suposto esquema político e Frederico de Brito Lira como líder do núcleo empresarial.

Os gestores e empresários foram denunciados pelos crimes de corrupção ativa e passiva. Já os demais foram apontados pela prática de peculato, fraudes em licitações e organização criminosa.

Confira a nota da Prefeitura de Campina Grande na íntegra

NOTA OFICIAL

Diante da notícia de que o Ministério Público Federal, no âmbito da Operação Famintos, nesta terça-feira, 20, ofereceu denúncia contra agentes políticos e servidores do Município, a Prefeitura de Campina Grande vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:

1) O Município respeita o trabalho das instituições no tocante a toda e qualquer investigação que apure eventuais irregularidades administrativas, em qualquer esfera e a qualquer tempo, tanto assim que vem contribuindo plenamente, de forma irrestrita, desde o início da operação, com as apurações pertinentes.

2) Contudo, reitera a confiança nos agentes públicos que integram a gestão, em homenagem ao princípio constitucional da presunção de inocência, devendo cada um apresentar defesa no devido tempo.

3) Portanto, com a mesma serenidade e comedimento, a Prefeitura de Campina Grande, maior interessada no esclarecimento dos fatos, continuará a colaborar com os órgãos de investigação, na certeza de que prevalecerá a Justiça em sua plenitude.

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