Condenados

Irmãos são condenados por homicídio qualificado que chocou a região de Pedras de Fogo

Os irmãos teriam espancado a vítima, causando lesões em diversas partes do corpo e, fazendo uso das mãos, apertaram o seu pescoço.

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Tribunal de Justiça da Paraíba (Foto: Reprodução)

Os irmãos Sérgio Francisco da Silva e Carlos Antônio da Silva foram condenados, nesta quinta-feira (16), pelo homicídio de Luydiana Jamelle Miranda Barreto, de 27 anos. O Júri Popular foi presidido pela juíza titular da Comarca de Pedras de Fogo, Higyna Josita Simões de Almeida. O crime aconteceu no dia 4 de outubro de 2023 e chocou a região de Pedras de Fogo, cidade localizada a 57 km de João Pessoa, divisa com o Estado de Pernambuco. Os réus não terão direito de apelar em liberdade.

Sérgio Francisco da Silva foi considerado culpado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A pena é de 25 anos de prisão. Seu irmão, Carlos Antônio da Silva, conhecido como ‘Caio’, foi condenado por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver, recebendo uma sentença de 15 anos de reclusão, ambos em regime fechado.

De acordo com os autos, Sérgio mantinha um relacionamento com Luydiana e, junto com o irmão, agrediu a vítima até a morte. Em seguida, a dupla escondeu o corpo na base de uma cama de cimento dentro de sua própria casa. O homicídio, segundo a denúncia do Ministério Público aconteceu por motivo de ciúmes.

A juíza constatou que Sérgio agiu com extrema frieza, violência e perversidade na agressão à vítima. “O péssimo caráter e a má índole do réu foram extraídos de seu comportamento durante e após a execução delitiva”, destacou a magistrada. E continuou: “Inclusive, não demonstrando nenhuma reação de emoção quando o corpo da vítima foi encontrado, mesmo sabendo que ela havia desaparecido há alguns dias. O senso comum é no sentido de que encontrar o corpo da namorada concretado numa cama, deveria causar extremo dissabor”, ressaltou.

Ainda conforme informações processuais, no dia do homicídio, Carlos e Sérgio teriam espancado a vítima, causando lesões em diversas partes do corpo, inclusive, na parte posterior da cabeça, tornando impossível a sua defesa e fazendo uso das mãos, apertaram o seu pescoço.

A morte foi por estrangulamento, de acordo com certidão de óbito. “Os denunciados envolveram o corpo da vítima em um saco plástico, colocaram no interior de uma estrutura que servia como base de uma cama, concretaram com o cimento e colocaram um colchão em cima, ocultando-o, a fim de que nunca fosse localizado, mas o corpo foi encontrado no dia 11 de outubro de 2023”, revela o processo.

Com assessoria.

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