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Paralisia infantil

Saúde alerta para importância da vacinação contra poliomielite em João Pessoa

Com casos de poliomielite já registrado em outros países, como Malawi e Israel, a baixa vacinação pode colocar o Brasil em alto risco para o retorno da doença.

A paralisia infantil é uma doença muito grave e com alto poder de contaminação, que afeta principalmente crianças. (Foto: Reprodução/Assessoria)

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A Prefeitura de João Pessoa, através da Secretaria de Saúde (SMS), alerta e convoca pais e responsáveis a atualizarem a caderneta de vacinação das crianças, principalmente para as que tiverem em atraso com as vacinas da Primeira Infância, que vai de zero a cinco anos de idade. Com casos de poliomielite já registrado em outros países, como Malawi e Israel, a baixa vacinação pode colocar o Brasil em alto risco para o retorno da doença.

Contra a paralisia infantil, a vacina protege contra os três tipos do vírus da pólio (1,2 e 3) e, tem esquema em duas fases: uma vacina intramuscular, que é dada aos dois, quatro e seis meses de idade (com intervalo mínimo de 30 dias); e uma vacina via oral, que é a ‘vacina da gotinha’, dada aos 15 meses e aos quatro anos de idade.

“A vacinação é a única forma de prevenir a ação da poliomielite. Por isso a importância dos chamamentos que fazemos para adesão das Campanhas vacinais, independente da faixa etária”, explicou Fernando Virgolino, chefe da Seção de Imunização da Prefeitura de João Pessoa. “No caso da poliomielite, o esquema vacinal se inicia aos dois meses, sobretudo é importante que os pais fiquem atentos para completar o esquema vacinal de seus filhos”, completou.

A paralisia infantil é uma doença muito grave e com alto poder de contaminação, que afeta principalmente crianças. No Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), a cobertura vacinal nunca esteve tão baixa e estima-se que cerca de 30 em cada 100 crianças brasileiras não estejam com esquema de vacinas completos contra a poliomielite, não estando protegidas contra a doença.

“Sabemos que fatores como movimentos antivacinas e a propagação de fake news, principalmente nesse período de pandemia que aconteceu de forma criminosa, reflete e compromete a saúde global. É inquestionável os benefícios e garantias proporcionadas pelas vacinas no que diz respeito a prevenção e ao bloqueio de doenças, que haviam sido erradicadas e estamos vendo ressurgir doenças que já não estavam em circulação, nos fazendo acender um alerta e chamar a atenção para que as pessoas se atentem para se proteger e proteger seus filhos”, alertou Fernando Virgolino.

Poliomielite - No Brasil, o último caso de infecção pelo poliovírus selvagem ocorreu em 1989, na cidade de Sousa, na Paraíba. Assim, o Brasil recebeu o certificado de eliminação da pólio em 1994. A prevenção via vacina é a forma mais segura de se evitar qualquer doença. A poliomielite é uma doença viral que acomete as raízes nervosas, levando à paralisia flácida de membros, fazendo com que a pessoa acometida não consiga movimentá-los de forma espontânea

O Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de 18 tipos de vacinas gratuitamente, que são ofertadas a partir do nascimento da criança. “As vacinas são responsáveis pelo aumento da nossa expectativa de vida, foram as principais responsáveis pela diminuição da mortalidade infantil”, completou o chefe da imunização.

Vacinas ofertadas pelo SUS - BCG (Bacilo Calmette-Guerin); Hepatite B; Pentavalente; Vacina Inativada Poliomielite (VIP); Vacina Oral Poliomielite (VOP); Pneumocócica 10 Valente; dTpa (Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto); DTP; Rotavírus; Meningocócica C; Febre Amarela; Tríplice viral; Pneumocócica 23 Valente; Influenza; Hepatite A; Varicela atenuada; HPV; Dupla Adulto. Além dessas vacinas de rotina, a rede municipal de saúde oferece também as vacinas de campanhas contra Influenza e Covid-19.

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