Nesta quarta

Oposição pede impeachment de João Azevêdo e Lígia Feliciano; governador considera natural

João Azevêdo afirmou que manifestações assim são normais na democracia e que cabe a Assembleia Legislativa decidir.

Oposição pede impeachment de João Azevêdo e Lígia Feliciano; governador considera natural

Governador disse que em ano de eleição se tenta usar as coisas como palanque — Foto:Walla Santos/Click PB

O deputado estadual Wallber Virgolino iniciou nesta quarta-feira (5) pedido de impeachment do governador João Azevêdo e da vice-governadora Lígia Feliciano. As informações são de que até o fim da manhã, 12 deputados haviam assinado o documento. A questão é vista com naturalidade pelo governador. 

“Eu vejo com a naturalidade que se pode encarar qualquer processo democrático. Isso é um pleito, eu entendo perfeitamente esse tipo de posição. Aliás, nós estamos num ano de eleição, evidentemente que muitas vezes se tenta usar determinadas coisas muito mais como palanque. Encaro com completa naturalidade e agora está a cargo da assembleia”, comentou.

Sobre os desdobramentos da Operação Calvário, João Azevêdo garantiu que não tem com o que se preocupar. “Não tenho qualquer preocupação com a Operação Calvário. Meu foco é a gestão”, disse.

O governador ressaltou que não foi notificado em relação a citação do seu nome em delações. “Evidentemente que a quem acusa cabe provar essas coisas, não tenho essa preocupação”, comentou, acrescentando que se chegar a ser notificado apresentará defesa.

COMPARTILHE

Bombando em Política

1

Política

Após reações, governo Lula recua e suspende nota técnica sobre aborto legal até 9 meses

2

Política

Flávio Dino segue Moraes e vota para condenar réus em primeiro julgamento sobre 8 de janeiro

3

Política

Efraim Filho comemora eleição de Rueda para presidir União Brasil: “é chegado o momento da nova geração”

4

Política

Executiva Nacional segue ‘voto’ do senador Efraim Filho e inicia eleição para novo presidente do União Brasil

5

Política

Governo Lula vai propor remuneração mínima e direitos trabalhistas, sem CLT, para motoristas de aplicativos