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João Pessoa

Pastor Sérgio Queiroz diz que não seria um 'peixe fora d'água' na política, mas teria que derrubar barreiras para isso

Sérgio Queiroz destacou também que "fiz um compromisso ético, na minha função pastoral, de não misturar as coisas", referindo-se à política e religião.

"Essa questão política não é um terreno que eu caminharia de maneira displicente, caso venha a acontecer" (Foto: Clilson Júnior)

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O pastor paraibano Sérgio Queiroz, que participou ativamente do Governo Bolsonaro, ainda não decidiu se entrará de vez para a política partidária e se lançará candidatura nas Eleições de 2022. Em entrevista concedida ao programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM, nesta segunda-feira (06), Sérgio Queiroz disse que sua história familiar é de políticos, citando alguns familiares que chegaram a cargos eletivos.

"Eu não seria um peixe fora d'água. Agora, várias barreiras teriam que ser derrubadas. São barreiras espessas, duras. Carreira pessoal, família, meus mentores", citou Sérgio Queiroz, como acompanhou o ClickPB.

Ele declarou também que se escolher seguir pela política partidária, terá muita dedicação ao trabalho. "Essa questão política não é um terreno que eu caminharia de maneira displicente, caso venha a acontecer".

Sérgio Queiroz destacou também que "fiz um compromisso ético, na minha função pastoral, de não misturar as coisas", referindo-se à política e religião. O pastor, que também é procurador da Fazenda Nacional, revela que para se dedicar à política, teria que abdicar de alguns fatores de sua vida e que a decisão terá que ser muito bem pensada. "Estou em final de carreira, estou no teto constitucional, o que é que a política vai me dar? Não tenho ganho salarial, tenho perca relacional", citou.

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