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Indefinição

Procurador da Câmara de Conde diz que Flávio do Cabaré quer pedir à Justiça para tomar posse mesmo preso

"Há um prazo de 15 dias para que Flávio tome posse. Inexistindo a posse de Flávio, é convocado o segundo suplente, Luiz de Bihino", declarou o procurador.

Flávio do Cabaré foi preso suspeito de exploração sexual e levado até o 5º Batalhão de Polícia Militar (Foto: Reprodução)

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A Câmara Municipal de Conde, no Litoral Sul do Estado, atualmente enfrenta indefinição em relação a um cargo de vereador desocupado. Na última sexta-feira (10), o vereador Fernando Araújo, mais conhecido como Fernando Boca Louca, enviou sua carta-renúncia à Câmara.

Na sessão ordinária que está marcada para acontecer às 14h desta segunda-feira (13), a carta-renúncia de Fernando deverá ser lida em plenário. Logo após isso, será feita a convocação do primeiro suplente. No entanto, outro impasse impede a posse imediata do suplente.

O procurador da Câmara de Vereadores de Conde, João Luiz Sobral, afirmou em entrevista ao ClickPB que o primeiro suplente é Flávio do Cabaré, que está preso desde o dia 22 de abril.

"Há um prazo de 15 dias para que Flávio tome posse. Inexistindo a posse de Flávio, é convocado o segundo suplente, Luiz de Bihino", declarou o procurador. Ele disse ainda que Flávio do Cabaré irá acionar a Justiça para conseguir tomar posse. O procurador recordou que existem casos de parlamentares presos que mesmo assim conseguem manter seus cargos.

Flávio do Cabaré foi preso suspeito de exploração sexual e levado até o 5º Batalhão de Polícia Militar. O próprio Flávio do Cabaré havia protocolado o pedido de impeachment do vereador Fernando Boca Louca tendo, portanto, interesse em assumir a vaga.

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