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Vídeo da reunião: Bolsonaro xinga prefeitos, pede armamento da população e diz: "eu não vou esperar f**er minha família"

"Quem não aceitar as minhas bandeiras: família, Deus, armamento, livre mercado, espere para 2022, então espere o Álvaro Dias, o Alckmin, o Haddad, ou talvez o Lula", disse Bolsonaro.

Na reunião ministerial, Bolsonaro cobrou de Moro a ampliação do direito de armamento da população. (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

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Com a divulgação do vídeo da reunião ministerial com Jair Bolsonaro, autorizada nesta sexta-feira (22) pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, falas do presidente vieram à tona. Uma delas é a de que Bolsonaro chama prefeitos de "b*sta", ao criticar os gestores que intensificam o isolamento social nos municípios brasileiros no combate ao novo coronavírus.

Bolsonaro disse que vai andar por todo o Brasil fazendo valer seu direito de ir e vir e criticou os prefeitos. "Um b*sta de um prefeito faz um b*sta de um decreto, algema e deixa todo mundo em casa."

O presidente falou das cobranças que sofre por causa do isolamento social na pandemia da Covid-19. "Eu tô me lixando com a reeleição. Eu quero mais é que alguém seja eleito. Eu quero paz no Brasil. Mais nada. Porque se for a esquerda, eu e uma porrada de vocês aqui tem que sair do Brasil porque vamos ser presos. E eu tenho certeza que vão me condenar oito anos por homofobia."

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Ele falou também do que considera perseguição com sua família para atingi-lo e falou da troca de Ministro da Justiça se fosse necessário. "É p***ria o tempo todo para me atingir através da minha família. Eu não vou esperar f**er minha família toda ou amigos meus porque eu não posso trocar alguém da Segurança na ponta da linha. Vai trocar. Se não puder trocar o chefe, troca o ministro."

Bolsonaro avisou que os membros do Governo Federal que não aceitam suas bandeiras, que aguardem por um novo eleito em 2022. "Quem não aceitar as minhas bandeiras: família, Deus, armamento, livre mercado, espere para 2022, então espere o Álvaro Dias, o Alckmin, o Haddad, ou talvez o Lula."

Bolsonaro falou que, nesse sentido de suas bandeiras, ele esperava não precisa mais substituir integrantes da gestão. "Espero não trocar mais ninguém. Espero." Ele cobrou do então ministro Sérgio Moro para dar andamento à ampliação da liberação de armamento à população.

O presidente também criticou e questionou a carreira do prefeito de Manaus: "Está o b*sta do prefeito lá de Manaus agora abrindo cova coletiva. Um b*sta. Procura conhecer a história dele, que eu conheci aqui do meu lado (no Congresso). Nós sabemos a ideologia dele e o que ele prega."

Bolsonaro falou de forma enfática: "Os caras querem nossa hemorroida", ao falar aos ministros da reunião sobre as cobranças políticas. O presidente cobrou dos ministros mais exposição e militância pelas causas defendidas por ele.

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