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Vaticano

Papa Francisco chama posição russa na Ucrânia de 'abuso perverso de poder'

O pontífice não mencionou diretamente a Rússia, porém, seguindo uma tradição do Vaticano de buscar janelas para manter o diálogo aberto com todas as partes.

Francisco também pediu ajuda aos ucranianos e disse que os católicos devem "chorar com eles e trabalhar por eles; compartilhar a angústia de um povo ferido em sua identidade, história e tradição". (Foto: Reprodução)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O papa Francisco voltou a condenar, nesta sexta-feira (18), as ações militares russas na Ucrânia, chamando-as de um "abuso perverso de poder". O pontífice não mencionou diretamente a Rússia, porém, seguindo uma tradição do Vaticano de buscar janelas para manter o diálogo aberto com todas as partes.

"O sangue e as lágrimas das crianças, o sofrimento de mulheres e homens que estão defendendo sua terra ou fugindo das bombas abalam nossa consciência. Mais uma vez a humanidade é ameaçada por um abuso perverso de poder e interesses partidários, que condenam pessoas indefesas a sofrer todas as formas de violência brutal", disse, em mensagem enviada a um evento da igreja em Bratislava.

A Eslováquia é um dos principais destinos de ucranianos que fogem da guerra. Até agora, segundo a ONU, cerca de 235 mil pessoas buscaram refúgio no país, o quinto que mais acolheu refugiados desde o início da invasão russa.

Francisco também pediu ajuda aos ucranianos e disse que os católicos devem "chorar com eles e trabalhar por eles; compartilhar a angústia de um povo ferido em sua identidade, história e tradição". Trata-se de uma das declarações mais fortes do papa em relação à guerra.

Na quarta (16), o pontífice conversou por videochamada com o líder da Igreja Ortodoxa russa, Cirilo 1º. Na ocasião, Francisco teria dito ao colega que o conceito de "guerra justa" era obsoleto, já que, segundo ele, as guerras nunca são justificáveis;e que os pastores devem pregar a paz, não a política. Cirilo é aliado de Vladimir Putin e já chegou a justificar a operação militar dizendo se tratar de uma luta contra o pecado e a pressão do Ocidente liberal.

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