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'Páscoa de guerra': Papa Francisco faz apelo por paz na Ucrânia durante celebração no Vaticano

Francisco ressaltou aos fiéis presentes no Vaticano que a nação ucraniana foi "arrastada" para um conflito "cruel e sem sentido" e alertou que a situação poderia levar à destruição da humanidade.

Francisco ressaltou aos fiéis presentes no Vaticano que a nação ucraniana foi "arrastada" para um conflito "cruel e sem sentido" e alertou que a situação poderia levar à destruição da humanidade. (Foto: Reprodução)

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VATICANO — Durante a celebração de Páscoa neste domingo, o Papa Francisco fez novamente um apelo por paz na Ucrânia, país em guerra desde a invasão de tropas russas em 24 de fevereiro. Francisco ressaltou aos fiéis presentes no Vaticano que a nação ucraniana foi "arrastada" para um conflito "cruel e sem sentido" e alertou que a situação poderia levar à destruição da humanidade.

- Que os líderes das nações ouçam o apelo do povo pela paz. Que eles ouçam essa pergunta perturbadora feita pelos cientistas há quase setenta anos: "Vamos acabar os humanos, ou a humanidade deve renunciar à guerra?" — Lembrou o pontífice, citando o Manifesto Russell-Einstein de 1955, que alertava para a destruição global que poderia ser causada por armas nucleares — Por favor, não nos acostumemos com a guerra!

O papa também lamentou que, após dois anos de pandemia de Covid-19, quando todos "uniram forças e recursos" , o mundo esteja enfrentando uma "Páscoa de guerra".

— Estamos mostrando que ainda temos dentro de nós o espírito de Caim, que viu Abel não como um irmão, mas como um rival, e pensou em como matá-lo. Precisamos do Senhor crucificado e ressuscitado para que possamos crer na vitória do amor e esperar a reconciliação — ressaltou o líder da Igreja Católica.

Cerca de 50 mil pessoas estavam na Praça de São Pedro nesta manhã. Esta foi a primeira celebração de Páscoa com autorização de público no local após dois anos de restrições por conta do coronavírus.

Desde o início da guerra Francisco já lamentou os combates entre Rússia e Ucrânia diversas vezes. Ele chegou a dizer que estava com o "coração partido" por conta da situação e descreveu o conflito como uma "insensatez" e um "massacre".


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