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Religião

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Diversas opiniões

Pastor em João Pessoa defende abertura igrejas e diz que projeto aprovado por vereadores “chegou atrasado, mas com muita pertinência”

Pediu que as igrejas funcionem com consciência, cumprindo as determinações de protocolos de distanciamento, de uso de álcool e de mascara.

O pastor disse que nesse momento é importante o apoio emocional e espiritual (Foto: Reprodução/Facebook)

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A abertura ou não dos templos religiosos na pandemia do coronavírus na Paraíba, principalmente nos últimos dias quando está se registrando o aumento de casos confirmados e de mortes por Covid-19, divide opiniões. O pastor da Igreja Evangélica Congregacional, do bairro de Manaíra, em João Pessoa, Sérgio Ribeiro, defende o retorno das atividades presenciais e disse que projeto aprovado por vereadores da Capital “chegou atrasado, mas com muita pertinência”. 

“Nós consideramos um projeto extremamente importante para a população nesse momento de dor, sofrimento onde as famílias enfrentam inúmeras crises diversas. Muitas pessoas, por diversas causas, devido a esse momento, passam por situações dificílimas, seja na condição familiar, seja na sua estrutura emocional, na própria saúde física como também nos seus negócios, no seu trabalho, devido à queda de renda de grande parte da população”, afirmou.

Em conversa ao portal ClickPB, o pastor Sérgio Ribeiro disse que nesse momento é importante o apoio emocional e espiritual. “As entidades religiosas são os principais personagens sociais que oferecem gratuitamente, gentilmente como parte da sua missão nessa existência esse apoio a população de uma forma geral”, comentou.

Sobre o projeto de lei aprovado pelos vereadores, informou que chega atrasado “porque, se a nossa sociedade, o nosso governo, já considerava as entidades religiosas como fazendo parte das atividades essenciais, certamente não teríamos sofrido certos desgastes e sofremos ao longo desse tempo devido ao fechamento impróprio das igrejas”. 

No entanto, pediu que as igrejas funcionem com consciência, cumprindo as determinações de protocolos de distanciamento, de uso de álcool e de mascara. Além disso, com 50 ou 40% da capacidade. Sobre fiscalização disse que os líderes e os fieis devem ser os fiscais, mas se observado descumprimento, os poderes públicos deverão fiscalizar. 

Decretos não fecham igreja

É importante frisar que, de acordo com o decreto estadual e municipal da Capital, as igrejas não estão fechadas, apenas as atividades presenciais estão suspensas, podendo serem feitas de forma virtual até o dia 10 de março. Até lá seguem esses decretos. 

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