Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Saúde

Editoria sobre Saúde ir para editoria →

CPI Covid

Fabricante da Covaxin encerra acordo com empresa brasileira Precisa Medicamentos

No comunicado, a Bharat disse que continuará trabalhando a Anvisa, para obter as aprovações para uso da Covaxin.

A Precisa Medicamentos entrou na mira da CPI por ter intermediado a aquisição de doses do imunizante entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica indiana. (Foto: Reprodução/Instagram/Bharat Biotech)

Por

A Bharat Biotech disse nesta sexta-feira (23) que rescindiu um memorando de entendimento para vender sua vacina contra a Covid-19 (Covaxin) para a Precisa Medicamentos. A fabricante não revelou o motivo.

No comunicado, a Bharat disse que continuará trabalhando com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para obter todas as aprovações necessárias para o uso do Covaxin no país.

O contrato para a compra da Covaxin no Brasil foi firmado entre o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos, empresa responsável pela ponte entre o governo federal e a Bharat Biotech. A empresa é a única intermediária que não possui vínculo com a indústria de vacinas.

O G1 procurou a Precisa às 9h15, mas ela não se manifestou até a última atualização desta reportagem.

Na mira da CPI

A Precisa Medicamentos entrou na mira da CPI por ter intermediado a aquisição de doses da Covaxin entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica Bharat Biotech.

O contrato, de R$ 1,6 bilhão para a compra de 20 milhões de doses, é alvo de investigações do Ministério Público Federal, do Tribunal de Contas da União e da Polícia Federal.

A CPI apura as supostas pressões do governo para liberação do imunizante, além das suspeitas de irregularidades no contrato. A aquisição da vacina acabou suspensa.

De acordo com dados do Tribunal de Contas da União (TCU), a Covaxin foi a vacina mais cara negociada pelo governo federal até agora: R$ 80,70 a unidade, valor quatro vezes maior que a vacina da Fiocruz, a AstraZeneca. Os valores não chegaram a ser desembolsados.

Um levantamento feito também pelo TCU mostra que o contrato da Covaxin foi o que teve um desfecho mais rápido. Ao todo, o Ministério da Saúde levou 97 dias para fechar o acordo, enquanto o contrato com a Pfizer, por exemplo, levou 330 dias.

Em depoimento à CPI, a diretora-executiva da Precisa, Emanuela Medrades, negou ter havido ilegalidade ou irregularidade nas negociações da Covaxin com o governo brasileiro.

Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Destaque

ir para editoria →

Brasil registra 248 mortes por Covid em 24 h e passa de 591 mil óbitos

Paraíba registra 6 mortes, 39 novos casos e 18% de ocupação de leitos Covid-19

Agendamento para vacinação de adolescentes a partir de 16 anos em João Pessoa é aberto nesta segunda-feira

Brasil ultrapassa marca de 50% da população adulta vacinada contra a Covid-19