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Saúde

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Pandemia

Fornecedores de produtos para hospitais e operadoras registram quase R$ 1,5 bi de atraso

Trata-se de uma questão da qual a entidade se queixa há anos e diz que piora diante das fusões e aquisições de empresas de saúde suplementar.

Médico ajusta máscara de oxigênio em paciente com Covid na Hospital Municipal de Parelheiros. (Foto: Amanda Perobelli/ Reuters)

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — A Abraidi (Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde) divulga nesta semana seu novo levantamento anual sobre os recursos contingenciados por hospitais e planos de saúde aos fornecedores do setor.

Trata-se de uma questão da qual a entidade se queixa há anos e diz que piora diante das fusões e aquisições de empresas de saúde suplementar, que fragilizam os fornecedores de pequeno e médio porte.

O valor superou R$ 1,4 bilhão, diz a Abraidi.

O problema maior, segundo a associação, são as retenções de faturamento, quando a fonte pagadora, que pode ser o plano de saúde ou o hospital, após a realização de uma cirurgia previamente autorizada, não permite o faturamento dos produtos consumidos, ou seja, postergam o pagamento.

O valor contingenciado registrado supera os R$ 720 milhões, de acordo com o estudo, sendo R$ 347 milhões por hospitais privados, R$ 339 milhões por planos de saúde e cerca de R$ 37 milhões por hospitais públicos.

A Abraidi calcula que o valor retido por hospitais cresceu 205% desde a primeira pesquisa, há cinco anos, e que diz que o prazo médio entre a realização da cirurgia e a emissão da nota fiscal chega a 121 dias.

O levantamento também aponta aumento das glosas injustificadas, quando a operadora ou o hospital se negam a pagar alguns produtos, materiais ou equipamentos usados em cirurgia previamente autorizada por eles próprios, uma prática que atinge quase 80% dos associados e supera R$ 116 milhões, segundo a Abraidi, que também relata inadimplência de R$ 610 milhões.

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