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Saúde

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Imunizante

Pfizer deve pedir aval de vacina contra Covid em crianças de 5 a 11 anos à Anvisa em novembro

Atualmente, a vacina da Pfizer é única aplicada em adolescentes com 12 anos ou mais. O uso para quem tem de 12 a 15 anos foi autorizado em junho deste ano.

Crianças recebem vacina contra a Covid na escola, em Handan, na China - (Foto: AFP)

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — A Pfizer informou que deve solicitar à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a aplicação da vacina ComiRNAty em crianças entre 5 a 11 anos no mês de novembro.

"A submissão do pedido junto à Anvisa para a aprovação do uso da vacina ComiRNAty, da Pfizer/Biontech, para crianças entre 5 e 11 anos deve ocorrer ao longo do mês de novembro de 2021", disse em nota.

Atualmente, a vacina da Pfizer é única aplicada em adolescentes com 12 anos ou mais. O uso para quem tem de 12 a 15 anos foi autorizado em junho deste ano.

O Ministério da Saúde planeja vacinar crianças contra a Covid em 2022 caso a Anvisa aprove a imunização. Para esse público, a previsão é de 70 milhões de doses.

Ainda não há pedidos na Anvisa para que libere a aplicação de doses em crianças.

O Instituto Butantan chegou a pedir a liberação da Coronavac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos na agência reguladora, mas o aval foi negado e o processo de tramitação foi encerrado em agosto.

Técnicos da agência apontaram que faltavam dados para confirmar segurança e eficácia da aplicação das doses neste grupo.

A Pfizer pediu à FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, a autorização de uso emergencial de sua vacina contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

Um painel médico de especialistas formado por assessores do governo americano apoiou nesta terça-feira (26) o uso do imunizante nesse público-alvo, abrindo o caminho para que a faixa etária se vacine em poucas semanas.

Os especialistas independentes concluíram que os benefícios – tanto diretos, para a saúde das crianças, quanto indiretos, para pôr fim às interrupções escolares – superavam os riscos conhecidos.

A recomendação do comitê tem caráter consultivo, mas é incomum que a FDA (Agência de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos) não a siga.

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