Esperança

Vacina contra câncer de pele está nos últimos testes

Vacina “personalizada” possui a mesma tecnologia das vacina contra o COVID-19

Vacinação contra influenza começa hoje em toda a Paraíba e meta é imunizar mais de 1,5 milhão de pessoas.

Curitiba, 28 de março de 2023 - A Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), iniciou a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza.

Em Londres, uma vacina “personalizada” contra o câncer de pele começou a ser testada em voluntários com melanoma, a forma mais letal desse tipo de câncer, e está na última fase de testes clínicos antes de passar pela aprovação de órgãos reguladores. A produção das vacinas está sendo feita pela farmacêutica Moderna em conjunto com a Merck Sharp and Dohme (MSD).

De nome técnico mRNA-4157 (V940), o imunizante possui a mesma tecnologia das vacinas contra COVID-19 e está sendo chamado de “personalizavel”. Isso porque sua composição pode ser alterada de acordo com as necessidades do paciente, estimulando o organismo a produzir proteínas ou anticorpos que atacam as células cancerígenas.

Em pacientes que já tiveram câncer, a vacina poderá impedir que a doença retorne. É o caso de Steve Young, de 52 anos, que teve um melanoma removido do couro cabeludo em agosto do ano passado e foi um dos primeiros a receber o imunizante na fase 3 de testes.

Saiba quem vai poder tomar a vacina nessa fase de testes e como é possível identificar o câncer de pele.

Quem vai poder tomar a vacina contra o câncer de pele?

De acordo com  Carolina Cardoso, oncologista da Oncoclínicas, os pacientes voluntários que vão poder tomar a vacina nessa fase de testes são os que tiveram um quadro de melanoma e irão receber o imunizante com foco em evitar a recidiva.

“A gente ainda precisa de mais maturidade nos dados, e os resultados de outros estudos virão. Mas a comunidade médica está otimista e deseja que os resultados se confirmem, para que num futuro próximo a gente tenha esse tratamento disponível”, informa a especialista.

Como identificar o câncer de pele?

Existem diferentes tipos de câncer de pele, que podem ser classificados como não melanoma – tipo mais comum no Brasil e com maior taxa de cura – e melanoma. “Os sintomas/sinais, podem ser identificados a partir de alterações na pele, bastante semelhantes a pintas ou manchas escurecidas”, informa Sheila Ferreira, oncologista da Oncoclínicas São Paulo.

Segundo a especialista, é possível identificar o câncer de pele a partir da regra ABCDE, que consiste na observação das seguintes características da lesão:

  • Assimetria: se a aparência da pinta é assimétrica de ambos os lados
  • Bordas: se a pinta, sinal ou mancha possui contorno irregular
  • Cor: se a lesão possui mais de uma cor (vermelho, marrom e preto)
  • Diâmetro: caso a lesão apresente um diâmetro maior do que 6 mm
  • Evolução: mudanças nas características da lesão ao longo do tempo, como tamanho,  forma e cor

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