Novidade que vem por aí

A Rede Click vai trazer muitas novidades. Você vai poder enviar notícias através do VCnoClick, anunciar gratuitamente seus produtos e serviços no Click Classificados e concorrer a prêmios com o Click Vantagens.

Deixe seu contato e seja um dos primeiros a ser avisado quando a Rede Click entrar no ar!

Por favor insira um e-mail válido
Contato registrado com sucesso!

Tecnologia

Editoria sobre Tecnologia ir para editoria →

Ciência

Maior buraco já registrado na camada de ozônio se fecha

Os cientistas explicaram que a recuperação não teve relação com a redução de emissões poluentes devido ao isolamento social no mundo, causado pela pandemia de covid-19

Camada: estima-se que a camada de ozônio se recupere aos níveis registrados no início da década de 1980 apenas em 2050 ( (Foto: ESA/Reprodução))

Por

O Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus anunciou que o maior buraco de ozônio sobre o continente Ártico, que tinha mais de 1 milhão de km², se fechou.

Os cientistas explicaram que a recuperação não teve relação com a redução de emissões poluentes devido ao isolamento social no mundo, causado pela pandemia de covid-19.

Esse buraco sequer foi consequência da poluição, e sim de um vórtice polar especialmente poderoso. Trata-se de um sistema de baixa pressão e ar frio que envolve ambos os polos. Quando esse fenômeno se dissipou, permitiu a chegada de ar rico em ozônio, e a camada do Ártico conseguiu se recuperar.

LEIA MAIS: Vídeo mostra tornado de baixa intensidade incomum no semiárido nordestino

Além da extensão impressionante, o buraco chegou a esgotar o ozônio encontrado em quase 18 quilômetros de estratosfera. Segundo os pesquisadores, a última vez que um forte esgotamento químico de ozônio foi observado no Ártico foi em 2011.

A escassez de ozônio no Polo Sul, por outro lado, é causada pela ação humana: poluentes fazem com que substâncias como cloro e bromo cheguem à estratosfera e se acumulando em um vórtice polar, tornando mais fina a camada que protege a Terra da radiação ultravioleta.

Já no Ártico, os vórtices polares são muito mais fracos, e por isso as condições necessárias para um forte esgotamento de ozônio normalmente não são encontradas. Por isso a equipe disse que o buraco deste ano era algo "sem precedentes" na região.

Compartilhe:

Comentários (0)

Comentar

Em cumprimento à Legislação Eleitoral, o Portal ClickPB não publicará os comentários dos leitores. O espaço para a interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições de 2020 se encerrarem.

Destaque

ir para editoria →

Twitter diz que irá analisar algoritmo de prévia de imagens após queixas de racismo por usuários

Neurônios cansados podem provocar distorção na percepção do tempo

Trump diz que daria 'bênção' a negócio entre Oracle e TikTok; governo fala em adiar bloqueio ao app

Lei Geral de Proteção de Dados: o que muda para os cidadãos? Veja perguntas e respostas