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Meio ambiente

Semam intensifica fiscalização para combater poluição dos rios que cortam João Pessoa

Secretária de Meio Ambiente, Daniella Bandeira afirma que empreendimentos comerciais que despejam resíduos nos rios em João Pessoa estão na mira da Semam

Daniella Bandeira é secretária da Semam (Foto: Walla Santos)

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Fiscais da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de João Pessoa (Semam-JP) vão intensificar a fiscalização para evitar poluição e lixo nos rios que cortam a capital paraibana. A secretária Daniella Bandeira informou que alguns empreendimentos comerciais estão na mira da Semam. "Infelizmente, ainda praticavam o despejo de seus resíduos dentro dos nossos rios", lamenta.

A secretária de Meio Ambiente lembra que recentemente a Semam autuou uma empresa que estava lançando esgoto no leito do rio Jaguaribe, o mais extenso rio urbano da capital paraibana. Segundo ela, o ato de poluição vinha acontecendo desde 2014 e estava se estendendo. "Diante de novo flagrante do ato danoso conseguimos autuar os infratores", revela.

Ainda de acordo com Daniella Bandeira, a Divisão de Fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente (Semam)) recebe, todos os dias, pelo Disque Denúncia, dezenas de telefonemas com informações sobre as mais variadas formas de poluição ambiental.

Ainda de acordo com a secretária de Meio Ambiente, outro rio que tem sofrido com ação da presença humana é o Gramame, que banha sete municípios do Litoral paraibano. "Estamos envolvidos em uma ação mais efetiva para combater a poluição instalada no Gramame.

Daniella acusa Distrito Industrial Capital e a atividade sucroalcooleiras desenvolvida em outros municípios da região de levar o rio a um alto índice de contaminação", disse ao revelar parcerias com o MPF, MPPB, Sudema e outros órgãos de fiscalização para tentar solucionar o problema do rio que é a principal reserva de água da Grande João Pessoa.

Para o biólogo Cláudio Almeida, da divisão de estudos e pesquisa da Seman, as bacias hidrográficas na cidade têm sofrido uma série de pequenas agressões. Ele culpa o processo de expansão urbana da cidade têm promovido uma série de impactos ambientais negativos, particularmente, lançamento de efluentes e deposição de resíduos de toda natureza.

A última área que fizemos uma visita de ocorrência de ocupação irregular foi no Rio Cabelo, em mangabeira, através de denúncias da população.

Lá foi encontrado: Edificações à margem da área de preservação permanente, utilização de materiais de construção civil no entorno, mobilização de material da construção civil, cerca irregular, e até queima.

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