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Lira confirma reunião da Comissão do Impeachment no dia 2 de agosto

Pelo calendário definido, o relatório será votado na comissão no dia 4 e a votação em plenário ocorrerá no dia 9 de agosto, já sob a presidência do ministro do STF, Ricardo Lewandowski

Lira confirma reunião da Comissão do Impeachment no dia 2 de agosto

Presidente da Comissão do Impeachment revela dever cumprido — Foto:Divulgação

O senador Raimundo Lira (PMDB) confirmou nesta terça-feira (26) que a Comissão do Impeachment no Senado volta a se reunir no dia 2 de agosto, para fazer a leitura do relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG). Já no dia 3 acontecerá a discussão do relatório.

Pelo calendário definido, o relatório será votado na comissão no dia 4 e a votação em plenário ocorrerá no dia 9 de agosto, já sob a presidência do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) está na Paraíba desde o final de semana e tem atendido convites para entrevistas em emissoras de rádio e TV, detalhando sua atuação parlamentar no Senado Federal.

Convidado pelo PMDB e eleito por unanimidade para assumir a condução dos trabalhos da Comissão do Impeachment, Raimundo Lira disse que, desde o início, sabia dos desafios que viriam pela frente. “Sempre que eu assumo uma responsabilidade, eu me dedico com força, com alma, espírito, dedicação total”.

Com a satisfação do dever cumprido, Lira disse estar feliz com o resultado do trabalho da comissão. Ele detalhou o esforço que tem feito para garantir o andamento dos trabalhos, com reuniões que chegaram a se estender por até 12 horas.

Como recompensa, Lira observou que, ao término da primeira etapa dos trabalhos, foi consagrado pelos colegas senadores, que o elogiaram por sua dedicação, empenho, imparcialidade, ética e responsabilidade, o que, inevitavelmente, contribuiu para elevar a imagem da Paraíba em nível nacional, conforme destacaram seus colegas.

Equilíbrio – Raimundo Lira garantiu que procurou cumprir rigorosamente o Regimento do Senado, agindo com equilíbrio, transparência e responsabilidade. Como presidente do colegiado, ele disse que deu amplo direito de defesa à presidente afastada Dilma Rousseff (PT) e teve toda uma preocupação de não permitir que a maioria dos parlamentares sufocasse a minoria.

Para não tirar o foco da imparcialidade e manter seu comportamento suprapartidário, Lira revelou que rejeitou convites para encontros com algumas pessoas envolvidas direta e indiretamente no processo. Ele acredita que a sua decisão será vista como precedente histórico, e um modelo a ser seguido.

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