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Facebook, Google e Twitter podem deixar Hong Kong por causa de novas leis de proteção de dados, diz jornal

Regras podem tornar as empresas de tecnologia responsáveis ​​pelo compartilhamento de conteúdo considerado malicioso.

Ícones dos aplicativos WhatsApp, Twitter, Facebook, Instagram e YouTube. (Foto: Alessandro Feitosa Jr/G1)

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Facebook, Twitter e Google podem deixar de atuar em Hong Kong por causa das novas leis de proteção de dados proposta pelas autoridades locais. A informação foi publicada pelo "Wall Street Journal" na última segunda-feira (5).

Os gigantes da tecnologia teriam alertado o governo local que interromperiam o fornecimento de seus serviços aos usuários do território caso as mudanças prosseguissem.

As leis podem tornar as empresas de tecnologia responsáveis pelo compartilhamento de conteúdo considerado malicioso, acrescentou o jornal.

Uma carta enviada por um grupo da indústria de tecnologia que inclui empresas de internet disse que as companhias temem que as regras planejadas possam colocar seus funcionários em risco de investigações criminais ou processos relacionados ao que os usuários das plataformas publicam on-line, relatou o jornal.

Mudanças contra o 'doxing'

As alterações propostas pelo governo local teriam como objetivo combater a prática chamada de "doxing", que consiste em revelar informações pessoais de pessoas, como nome real, endereço residencial ou local de trabalho online, sem a permissão do usuário.

Essa prática se tornou comum em Hong Kong durante as manifestações pró-democracia em 2019, com a exposição de policiais e figuras da oposição.

A preocupação das plataformas de tecnologia é que, dependendo do texto da legislação, as companhias poderiam passar a ser responsabilizadas pelo que seus usuários postam.

O "WSJ" exemplifica que as novas regras poderiam sugerir que uma foto de uma pessoa tirada em público ou do rosto de um policial poderia constituir a exposição de dados pessoais e levar ao "doxing".

Facebook, Google e Twitter não responderam imediatamente aos pedidos de comentários da Reuters.

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