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Vaticano diz que uso de vacinas contra Covid-19 'que tenham usado linhas celulares de fetos abortados' é ético

Uma nota da congregação doutrinária do Vaticano, a Congregação para a Doutrina da Fé, disse que o uso de tais vacinas era permitido, desde que não houvesse alternativas.

Trabalhadora da saúde prepara dose de vacina contra a Covid-19. (Foto: JACK GUEZ / AFP)

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CIDADE DO VATICANO — O Vaticano disse aos católicos romanos nesta segunda-feira (21) que é moralmente aceitável que eles usem vacinas contra a Covid-19, mesmo que tenham utilizado "linhas celulares de fetos abortados no seu processo de pesquisa e produção".

Uma nota da congregação doutrinária do Vaticano, a Congregação para a Doutrina da Fé, disse que o uso de tais vacinas era permitido, desde que não houvesse alternativas.

O desenvolvimento de vacinas pode envolver o uso de culturas de células obtidas de fetos que foram abortados. No entanto, isso não significa que foi realizado um aborto para a produção dos imunizantes. As células obtidas para as pesquisas são de décadas atrás, foram replicadas e já foram usadas na produção e testes de diversos medicamentos. Além disso, no caso das vacinas, essas células são usadas como plataforma para produzir vírus atenuados, mas não estão presentes em sua composição.

A nota, explicitamente aprovada pelo Papa Francisco, segundo o Vatican News, afirmou que no caso da atual pandemia "podem ser usadas todas as vacinas reconhecidas como clinicamente seguras e eficazes com a consciência certa de que o uso de tais vacinas não significa cooperação formal com o aborto do qual derivam as células com as quais as vacinas foram produzidas".

A Congregação da Fé defende que a vacinação contra a Covid-19 deve ser voluntária, mas evidencia o dever de buscar o bem comum. Este bem comum, "na ausência de outros meios para deter ou mesmo prevenir a epidemia, pode recomendar a vacinação, especialmente para proteger os mais fracos e mais expostos", informa a nota.

A congregação também define como "um imperativo moral" garantir que vacinas eficazes e "eticamente aceitáveis" sejam acessíveis também nos países mais pobres e de forma não onerosa para eles. Segundo a entidade, a falta de acesso às vacinas "se tornaria outro motivo de discriminação e injustiça".

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